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Machu Picchu |
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Quinto dia - 06 de
Janeiro de 2006 -
Cochabamba
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Fiquei dois dias em Cochabamba, mas
vejo que foi muito. A cidade é composta de duas partes. Em uma vc tem a
impressão que está em qualquer grande cidade brasileira não fossem as
montanhas ao redor e a tranquilidade. È moderna, arborizada e tranqüila. Na
outra é um caos, cheio de
(índias quéchua) vendendo de tudo. O trânsito emperra, não há
semáforo e ninguém usa capacete, o
povo se aglutina.
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O café da manhã – desayuno, simples. Vc senta e a moça
traz: suco, café com leite, pão e manteiga.
No hotel troquei 100 dólares
= 800 bolivianos
e fui procurar uma internete
p/ ver e-mails e dizer pra minha mãe não se preocupar
pois eu estava viva rssss.
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Fui à rodoviária
ver passagem pra
La Paz.
Eles
mostram lindas fotos, mas na hora não é nada daquilo. Assim que cheguei fui
abordada, fiz de conta que ia comprar e perguntei se havia banheiro, o rapaz
disse que sim, então pedi pra ver o ônibus. Entrei e... nada. Só então ele
disse que não havia nenhum ônibus
de Cochabamba a
La Paz
com banheiro. Saí da rodoviária e peguei um táxi até a Laguna Alalay. Se vc
tem alguma promessa p/ pagar aproveite. Há uma centena de degraus até o Cristo
de
La Concórdia
, se não tem aproveita a vista maravilhosa andando no teleférico.
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À tarde fui ao museu e caminhei pela cidade,
resolvi comer duas Saltenhas.
Tive um desarranjo intestinal imediato. No centro da cidade
comprei frutas: cerejas, mamão e pêras pra ver se melhorava, ainda bem
que deu certo. Em Cochabamba
vc começa a sentir os
efeitos da altitude.
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Dicas - Quinto dia
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1 - As
principais atrações de Cochabamba são:
A Laguna Alalay e o Cristo de
La Concórdia.
Se
seu orçamento não estiver
apertado, faça a farra gastronômica no restaurante
Puerto Madeira.
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