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Às 16 horas passa o pessoal de táxi que me lava para
atravessar a fronteira. Paguei 30 reais, pois estava sozinha no Albergues. Se
tivesse mais gente poderia ter dividido o táxi. A passagem do Ferrobus é 100
reais.
Em Porto Quijarro
, me esperam para carimbar o passaporte, me orientam para comprar bolivianos e,
como o câmbio é menor na
fronteira, troquei apenas 50 dólares
= 395 bolivianos. Atraso o relógio em mais uma hora.
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Ao chegar no terminal ferroviário reencontro o casal de
Porto Alegre. Às 18 horas em ponto chega o Ferrobus. São apenas dois vagões.
Há ar condicionado e durante todo o trajeto ninguém entra pra
vender nada. São apenas duas categorias: cama e semi-cama. A categoria
cama custa 160 reais e fica no
primeiro vagão, segundo me informaram não sacoleja tanto. O ferrobus não
circula todos os dias, e considero o melhor meio de transporte terrestre até
Santa Cruz; são apenas 12 horas. Há ferromoças que servem janta e café da
manhã. O desafio é cortar o bife com
talheres de plástico e equilibrar o copo de refri sem derramar. Me senti super
segura quanto à bagagem e , se vc consegue dormir em ônibus vai dormir
tranquilamente...
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