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Machu Picchu |
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Segundo dia - 03 de
Janeiro de 2006 -
Campo Grande – Corumbá
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Foram 6 horas de viagem e
a estrada é muito boa. Não há carros trafegando. Como é época de
chuvas há muito verde, pântanos,
charcos dos dois lados da rodovia. Vejo tuiuiús, jacarés, cervos e outros
bichos. Puxo papo com dois senhores do banco de trás, eles me contam que
trabalham na Mineração Urucum, falam da exploração do manganês e minério
de ferro. Durante o trajeto, o ônibus
pára na cidade de Miranda, descem 3
gringos, há uma placa indicando uma base
de estudos há
11 km
dali. Observo uma toyota esperando
eles, o jipeiro varre a toyota e os três vão sentados sob a cobertura da
toyota – tudo é muito rústico. Puxo papo com um casal de Porto Alegre, estão
indo até Santa Cruz..
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Chego em Corumbá e despeço do casal, pois eles
querem comprar a passagem do trem ali mesmo na rodoviária. Eu, como havia lido
que é melhor comprar no albergue fui caminhando
até o mesmo.
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O albergue de Corumbá é show, limpo, organizado. Fiquei
sozinha no quarto, ainda bem, porque
faz muito calor e pude dormir com a janela aberta sem ar condicionado,
nem ventilador. (sou chata, não
durmo com aquele barulhinho de ventilador).
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No dia seguinte, a Patrícia
(dona do albergue) comprou a passagem para as 6 da tarde, porém às 4 passariam
p/ me buscar. De manhã fui ver o
rio Paraguai com Elza que havia chegado.
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Dicas - Segundo dia
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1 - Se
por acaso te disserem na rodoviária de Corumbá que a passagem acabou,
atravesse a fronteira e verifique diretamente
em Porto Quijarro
, ou vá p/ o albergue, mas em hipótese alguma
faça este trajeto de ônibus.
Conheci gente que caiu nesta
conversa e levou 3 dias para fazer Porto
Quijarro-Santa Cruz
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Nova pagina 2
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