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O Lugar: Buenos Aires é, de certo modo, uma metáfora da
Argentina com aproximadamente mais de 11 milhões de habitantes, concentra em suas ruas e arredores mais da metade da população, além de ser o centro político, econômico e cultural de todo um país.
É uma metrópole com personalidade própria, aberta à arquitetura, à |
Buenos Aires |
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cultura e à arte de todo o mundo; cosmopolita e contraditória, dinâmica e tradicional, histórica e
vanguardista. Também não lhe faltam atrativos para o turismo: monumentos, igrejas, museus, galerias de arte e teatros; praças, parques e jardins; modernos centros comerciais e feiras de antiguidades; hotéis simples e de primeira categoria, restaurantes típicos e de cozinha internacional; além do encanto sempre presente do tango.
Viver em Buenos Aires requer deixar-se levar pela idiosincracia portenha e promete ser uma fonte inesgotável de descobertas. |
| O
amor pelo futebol é muito forte na Argentina assim como no Brasil, uma boa
para quem gosta de futebol é visitar "La Boca" o bairro de cores mais constrastantes da cidade de Buenos Aires e sede do
estádio 'La Bombonera' do clube de futebol Boca Juniors, onde talvez você possa assistir a um jogo contra seu eterno rival, o River Plate.
Nunca tente discutir com um argentino sobre futebol, a conversa não vai
chegar a lugar nenhum. A toda hora eles vão te perguntar "Pelé ou
Maradona?", seja muito claro e diga "Pelé" |
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| Um
Pouco da história |
Os espanhóis tentaram várias vezes conquistar a região, mas somente em 1536 fundaram a cidade, na margem Oeste da bacia do Prata, próximo do parque Lezama. Um feito que se deve ao espanhol Pedro de Mendoza, que lhe atribuiu o nome de Puerto de Nuestra Señora Santa María del Buen Aire, e era a capital do Vice-Reinado do Rio da Prata.
Quarenta anos mais tarde, em 1580, o explorador Juan de Garay realizou a segunda fundação de Buenos Aires, desenhando-a com 15 quadras de largura por nove de comprimento. Logo depois, estabeleceram-se as hortas, as quintas e as estâncias dos colonos da época. Garay criou o primeiro Cabildo, o primeiro Conselho Municipal. Em 1680, Buenos Aires tinha apenas cinco mil habitantes. Por volta de 1750, a elite passeava-se pelas ruas, ostentava sedas francesas e habitava casas de tijolo com dois andares. Em 1776, a coroa de Espanha transformou a cidade na capital do Vice-Reino do Rio de da Prata. Não muito depois, contudo, os seus cidadãos decidiram que a parceria com Espanha não podia continuar e a Coroa não mais prevaleceria.
Em 1806, Sir Home Popham, comandante inglês da frota naval britânica no Sul da África, invadiu Buenos Aires sem consultar os seus superiores. O Governo britânico apoiou a decisão e enviou-lhe um contigente de soldados como reforço. De qualquer forma, antes que a tropa chegasse, os naturais de Buenos Aires revoltaram-se e conseguiram dominar a situação. A vitória foi celebrada e Buenos Aires ficou pronta para ser uma República. Em Maio de 1810, o vice-rei e o Cabildo admitiram que já não governavam a cidade. Em Julho de 1816, ocorreu a independência, conduzida pelo general José de San Martín.
Quarenta anos de independência não mudaram a sociedade provinciana de Buenos Aires. Mesmo assim, foi promulgada uma nova Constituição e, em 1862, Bartolomé Mitre tomou posse como primeiro Presidente da República Argentina.
Só depois de 1886, Buenos Aires foi oficialmente reconhecida como capital federal da Argentina.
Hoje Buenos Aires é considerada a mais europeia das capitais sul-americanas. Dois dos grande contributos foram: a forte imigração italiana e o trabalho de arquitectos franceses, no século XIX .
Cidade que convida a grandes caminhadas, Buenos Aires, tem ruas e avenidas planas, largas, arborizadas e pouquíssimas ladeiras. E, mais importante, uma profusão de cafés que convidam a paragens demoradas.
Na Grande Buenos Aires reside um em cada três argentinos.
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| Por:
Brasil de Mochila |
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